(des)Construção

É preciso coragem para se questionar. Quem sou eu? Onde estão as minhas luzes e sombras? Quais são as minhas dádivas, dons? Quais são as minhas compulsões, os meus vícios? O que é instintivo em mim? O que é excesso em mim? De onde vêm minhas crenças essenciais? A crença de que eu posso cuidar sozinho de mim mesmo. A crença de que eu, sozinho, moldo a minha vida. De onde saiu isto?

E as minhas ilusões? A ilusão de que eu posso ser independente sem experimentar a alienação, sem abraçar a solidão. Sem dar de cara com a adversidade, embora tenha que coexistir com a realidade da qual não posso fugir. E o que dizer das conclusões de que, não sou amado por Deus? E, às vezes, não admitindo isto, mas suspeitando. A conclusão de que Deus não me aceita assim como sou. A conclusão de que ele não permite que nosso ser se desenvolva livremente. De onde vem isto? De onde vêm os mitos e as tentações da maturidade?

Transcrição de trecho do discurso “A benção da desconstrução”.

Autor: Levi Araújo, advogado, coach e palestrante da IBAB.

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